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Betão completa dois anos no Avaí e dá o seu recado

Betão agradece o acolhimento que teve pela torcida azurra e também pela cidade     Foto: Divulgação / Avaí FC 

O zagueiro Betão completou dois anos no Avaí e sua identificação com o clube e a cidade de Florianópolis foi tamanha que hoje já se considera um Manezinho da Ilha, incorporando até mesmo o idioma menezês. Ano passado ele participou da homenagem ao Dazaranha e alimenta uma boa amizade com os pescadores da Barra da Lagoa. “Arrombassi ixtepô” é como o torcedor avaiano exalta Betão, com 117 jogos com a camisa do Leão da Ilha e sua entrega ao total ao clube.

Betão assinou seu contrato com o clube no dia 8 de julho de 2016 e foi apresentado pelo diretor de futebol Joceli dos Santos sete dias depois. Sua estreia foi no dia 23 daquele mês diante do Sampaio Corrêa, quando o Avaí venceu por 2 x 1 em São Luís (MA). De lá para cá foram muitas alegrias. Uma delas foi a conquista do vice-campeonato brasileiro, com o acesso à Série A. Outra foi a  conquista do primeiro turno do Catarinense em 2017, com a Taça Club Atlético Nacional, de Medellín e o vice-campeonato estadual. Ano passado teve também a boa campanha na Série A. Hoje o clube está na briga para conquistar novo acesso, o coroamento de todo o esforço que o grupo está fazendo.

Aos 34 anos, 1,81 m, natural de São Paulo, Betão tem uma carreira vitoriosa no futebol. Passou por grandes clubes e empresta todo o seu conhecimento ao Avaí, onde em dois anos, ficou fora apenas duas partidas. “O tempo passou rápido. Cheguei aqui com desconfiança por parte de todos, torcida, imprensa, justamente pelo fato de estar vindo de fora. Mas consegui dar uma resposta boa. O clube não estava legal quando cheguei, mas tenho orgulho em dizer que fiz parte desta arrancada. Foi uma trajetória muito bacana”.

O zagueiro também falou dos desafios que encontrou por aqui, da luta pelo novo acesso, da acolhida que a cidade deu para ele e sua família, do ambiente que encontrou na Ressacada, do carinho dos torcedores nas ruas, da amizade com os manezinhos, da comida que mais gosta, ostra e também da Barra da Lagoa. “Graças a Deus eu pude passar para o nosso vestiário este legado de boa convivência, de alegria. A cidade é acolhedora. Isso é gratificante para mim como atleta e como pessoa”.

Confira o recado do Betão: 

A entrevista do Betão na TV Avaí: