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Diogo Fernandes deixa o Avaí e o clube agradece os serviços prestados

Diogo Fernandes deixa o Avaí após 17 anos de trabalho Foto: Divulgação / Avaí FC

O Coordenador de Futebol do Avaí, Diogo Fernandes, 40 anos, desligou-se oficialmente do Avaí onde atuou por 17 anos em diversas áreas, principalmente nas categorias de base até chegar ao profissional. Diogo tomou a decisão e procurou o presidente Francisco José Battistotti para comunicar sua saída. O clube agradece os serviços prestados ao longo dos anos e deseja sucesso em seus novos desafios.

Na manhã desta segunda-feira (26), o profissional esteve no clube para se despedir e agradecer pessoalmente aos colaboradores que o acompanharam neste período. Diogo Fernandes sempre foi muito querido por todos no Avaí, onde fez história ao revelar um grande número de atletas para o profissional e que hoje são vitoriosos em suas carreiras. Atualmente estava como coordenador de futebol atuando ao lado do gerente de futebol Marquinhos Santos e do Executivo de futebol Marco Aurélio Cunha.

Diogo lembra do dia em que chegou ao Avaí em 2004 para ser técnico da equipe infantil, onde ficou toda a temporada e também em 2005. Posteriormente recebeu convite e assumiu a área de registro do clube. “Sou muito grato ao Avaí pela oportunidade que me deu. Não só oportunidade, mas confiança desde as épocas dos presidentes Zunino e Nilton e por último do presidente Battistotti”.

O profissional lembra que no Avaí conheceu muita gente, aprendeu e evoluiu. “Tudo que eu tenho hoje sou grato ao Avaí. E a maneira para retribuir foi me dedicar ao máximo. Abri mão de muitas coisas para fazer o meu trabalho, a distância da família, do nascimento e crescimento do meu filho Pedro Henrique. Não me arrependo de nada. Tudo que eu pude fazer foi muito pouco diante do que o Avaí fez por mim”, acrescentou.

Com a elegância e o jeito sereno de ser, Diogo fez questão de destacar uma palavra: GRATIDÃO. “Este é o meu sentimento hoje. Sou muito grato, não vou cansar de repetir isso. O Avaí me formou, me deu oportunidade, me projetou. Saio com o sentimento de que dei o meu melhor e por tudo que fiz ainda não foi suficiente para retribuir ao que o clube me deu”, concluiu.